sábado, 8 de outubro de 2011

ADEUS STEVE JOBS





ADEUS STEVE JOBS

Uma das figuras mais influentes de nossos tempos morreu nesta quarta-feira. Steve Jobs foi mais que um empresário. Mais do que o inventor de produtos campeões de vendas. Jobs mudou a forma como o mundo encara, consome e se relaciona com a tecnologia.
Lutando há vários anos contra um tipo raro e agressivo de câncer no pâncreas, Jobs já estava afastado do comando da Apple desde agosto desse ano. Sempre discreto quanto a sua doença, tudo o que o mundo sabia era por meio de fotos vazadas na imprensa, mostrando o empresário magro e abatido.
A notícia da morte de Jobs deixou fãs e amigos abalados pelo mundo todo. “O mundo raramente vê alguém com um impacto tão profundo quanto Steve, impacto que será sentido por muitas gerações. Para aqueles que tiverem  sorte de trabalhar com ele, foi uma honra insanamente grande. Eu vou sentir muita falta de Steve”, disse Bill Gates em entrevista ao site da revista Wired.

Steve Jobs foi responsável por fazer do computador um objeto possível de ser utilizado por pessoas comuns nos anos 70. E transformou tudo isso mais uma vez nos anos 2000, quando colocou no mercado o revolucionário iPhone.
Também é ele um dos homens que tiraram a Pixar do campo das ideias, transformando o estúdio de animação numa fábrica infalível de filmes incríveis, personagens inesquecíveis e muito dinheiro.
Para te ajudar a entender um pouco mais sobre esse grande gênio, nós vamos presentear cinco sortudos, em parceria com a editora Agir, com o livro “A Cabeça de Steve Jobs”, de Leander Kahneyt.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O TEXTO INSTRUCIONAL

Texto Instrucional

Você já deve ter dado instruções a alguém e, portanto, feito uso de um gênero textual muito veiculado socialmente. Trata-se do texto instrucional, presente nas bulas dos remédios, nas receitas de comida, nas instruções de jogos, nas instruções de como usar aparelhos eletroeletrônicos, de como utilizar novos programas de computador, etc.
O texto instrucional tem uma estrutura bem simples, o que permite a uma pessoa leiga no assunto em questão aprender a manusear ou a fazer uma coisa a partir de sua leitura. Essa é a intenção: ensinar aqueles que não sabem jogar um jogo, a jogar; ensinar aqueles que não sabem preparar um prato diferente, a preparar; ensinar as pessoas que tomam remédios, a tomá-los adequadamente.
Em alguns casos, os textos instrucionais servem para orientar pessoas em situações de emergência. Em situações como essas, é recomendável que a pessoa tenha acesso a instruções para resolver determinados problemas de forma bastante objetiva e clara. Daí a importância da estrutura dos textos instrucionais, que até na maneira como estão diagramados podem contribuir para facilitar a tomada de decisões.
As instruções configuram-se , habitualmente, com verbos no modo imperativo (misture, adicione, sirva…) ou com verbos no infinitivo (misturar, preparar…) é o que podemos observar na receita abaixo:

Patê Rápido
Ingredientes
200 gramas de queijo branco light ou ricota
½ dente de alho passado pelo espremedor
1 colher de sopa de salsinha picada
½ xícara de creme de leite light sem soro
Sal a gosto
Modo de preparar
Com a ponta de um garfo, amasse o queijo branco. Adicione o creme de leite aos poucos e misture até obter uma consistência pastosa. Acrescente o alho, a salsinha e o sal. Misture tudo muito bem e sirva sobre torradas ou fatia de pão integral.
Exercícios:
1)     Elabore um texto dando instruções de como preparar uma receita saudável
2)     Complete as lacunas do texto abaixo de acordo com os verbos adequados
Bolo de beterraba e chocolate

Ingredientes:
02 beterrabas médias descascadas e picadas
01 xícara de chá de óleo de milho
04 gemas
04 claras batidas em ponto de neve
02 xícaras de chá de farinha de trigo
02 xícaras de chá de açúcar
01 xícara de chocolate em pó
01 colher de sopa de fermento em pó
Modo de preparar
………………..(bater)no liquidificador as gemas, a beterraba e o óleo. Num recipiente à parte, ………………(misturar) a farinha, o açúcar e o chocolate em pó. ………………(adicionar) a essa mistura os ingredientes batidos no liquidificador. ……………..(misturar) tudo muito bem e ……………………(acrescentar) as claras em neve. ……………….(mexer) delicadamente.(adicionar)……………….o fermento, mexa novamente e ……………..(levar)ao forno para assar em forma previamente untada e enfarinhada.

sábado, 1 de outubro de 2011

INTERTEXTUALIDADE

Intertextualidade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Pode-se definir a intertextualidade como sendo a criação de um texto a partir de um outro texto já existente . Dependendo da situação, a intertextualidade tem funções diferentes que dependem muito dos textos/contextos em que ela é inserida.
Evidentemente, o fenômeno da intertextualidade está ligado ao "conhecimento do mundo", que deve ser compartilhado, ou seja, comum ao produtor e ao receptor de textos. O diálogo pode ocorrer em diversas áreas do conhecimento, não se restringindo única e exclusivamente a textos literários.
Na pintura tem-se, por exemplo, o quadro do pintor barroco italiano Caravaggio e a fotografia da americana Cindy Sherman, na qual quem posa é ela mesma. O quadro de Caravaggio foi pintado no final do século XVI, já o trabalho fotográfico de Cindy Sherman foi produzido quase quatrocentos anos mais tarde. Na foto, Sherman cria o mesmo ambiente e a mesma atmosfera sensual da pintura, reunindo um conjunto de elementos: a coroa de flores na cabeça, o contraste entre claro e escuro, a sensualidade do ombro nu etc. A foto de Sherman é uma recriação do quadro de Caravaggio e, portanto, é um tipo de intertextualidade na pintura.
Na publicidade, por exemplo, em um dos anúncios do Bom Bril, o ator se veste e se posiciona como se fosse a Mona Lisa de Leonardo da Vinci e cujo slogan era "Mon Bijou deixa sua roupa uma perfeita obra-prima". Esse enunciado sugere ao leitor que o produto anunciado deixa a roupa bem macia e mais perfumada, ou seja, uma verdadeira obra-prima (se referindo ao quadro de Da Vinci). Nesse caso pode-se dizer que a intertextualidade assume a função de não só persuadir o leitor como também de difundir a cultura, uma vez que se trata de uma relação com a arte (pintura, escultura, literatura etc).
Intertextualidade é a relação entre dois textos caracterizada por um citar o outro.

Índice

[esconder]

[editar] Tipos de intertextualidade

Pode-se destacar sete tipos de intertextualidade:
  • Epígrafe - constitui uma escrita introdutória.
  • Citação - é uma transcrição do texto alheio, marcada por aspas.
  • Paráfrase - é a reprodução do texto do outro com a palavra do autor. Ela não se confunde com o plágio, pois o autor deixa claro sua intenção e a fonte.
  • Paródia - é uma forma de apropriação que, em lugar de endossar o modelo retomado, rompe com ele, sutil ou abertamente. Ela perverte o texto anterior, visando a ironia ou a crítica.
  • Pastiche - uma recorrência a um gênero.
  • Tradução - a tradução está no campo da intertextualidade porque implica a recriação de um texto
  • Referência e alusão

[editar] Exemplo

Para ampliar essa discussão, vale trazer um exemplo de intertextualidade na literatura. Às vezes, a superposição de um texto sobre outro pode provocar uma certa atualização ou modernização do primeiro texto. Nota-se isso no livro Mensagem, de Fernando Pessoa, que retoma, por exemplo, com seu poema “O Monstrengo” o episódio do Gigante Adamastor de Os Lusíadas de Camões. Ocorre como que um diálogo entre os dois textos. Em alguns casos, aproxima-se da paródia (canto paralelo), como o poema “Madrigal Melancólico” de Manuel Bandeira, do livro Ritmo Dissoluto, que seguramente serviu de inspiração e assim se refletiu no seguinte poema:

[editar] Assim como bandeira


O que amo em ti
não são esses olhos doces
delicados
nem esse riso de anjo adolescente.

O que amo em ti
não é só essa pele acetinada
sempre pronta para a carícia renovada
nem esse seio róseo e atrevido
a desenhar-se sob o tecido.

O que amo em ti
não é essa pressa louca
de viver cada vão momento
nem a falta de memória para a dor.

O que amo em ti
não é apenas essa voz leve
que me envolve e me consome
nem o que deseja todo homem
flor definida e definitiva
a abrir-se como boca ou ferida
nem mesmo essa juventude assim perdida.

O que amo em ti
enigmática e solidária:
É a Vida!
(Geraldo Chacon, Meu Caderno de Poesia, Flâmula, 2004, p. 37)

[editar] Madrigal melancólico


O que eu adoro em ti
não é a tua beleza.
A beleza, é em nós que ela existe.
A beleza é um conceito.
E a beleza é triste.
Não é triste em si,
mas pelo que há nela de fragilidade e de incerteza.

(...)

O que eu adoro em tua natureza,
não é o profundo instinto maternal
em teu flanco aberto como uma ferida.
nem a tua pureza. Nem a tua impureza.
O que eu adoro em ti – lastima-me e consola-me!
O que eu adoro em ti, é a vida. (Manuel Bandeira, Estrela da Vida Inteira, José Olympio, 1980, p. 83)
A relação intertextual é estabelecida, por exemplo, no texto de Oswald de Andrade, escrito no século XX, "Meus oito anos", quando este cita o poema , do século XIX, de Casimiro de Abreu, de mesmo nome.

[editar] Meus oito anos


Oh! Que saudade que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais

Que amor, que sonhos, que flores

Naquelas tardes fagueiras

À sombra das bananeiras

Debaixo dos laranjais!

(Casimiro de Abreu)

[editar] "Meus oito anos"

Oh! Que saudade que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais

Naquele quintal de terra

Da rua São Antonio

Debaixo da bananeira

Sem nenhum laranjeiras!

INTERTEXTUALIDADE

VOCÊS IRÃO LER ESTE CONTEUDO ABAIXO E EM SEGUIDA FAZER A AVALIAÇÃO DA MATERIA PARA SE ENTREGUE ATÉ SEXTA-FEIRA DIA 07 DE OUTUBRO - BONS ESTUDOS
PROFESSOR ALDO MATOS

Intertextualidade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Pode-se definir a intertextualidade como sendo a criação de um texto a partir de um outro texto já existente . Dependendo da situação, a intertextualidade tem funções diferentes que dependem muito dos textos/contextos em que ela é inserida.
Evidentemente, o fenômeno da intertextualidade está ligado ao "conhecimento do mundo", que deve ser compartilhado, ou seja, comum ao produtor e ao receptor de textos. O diálogo pode ocorrer em diversas áreas do conhecimento, não se restringindo única e exclusivamente a textos literários.
Na pintura tem-se, por exemplo, o quadro do pintor barroco italiano Caravaggio e a fotografia da americana Cindy Sherman, na qual quem posa é ela mesma. O quadro de Caravaggio foi pintado no final do século XVI, já o trabalho fotográfico de Cindy Sherman foi produzido quase quatrocentos anos mais tarde. Na foto, Sherman cria o mesmo ambiente e a mesma atmosfera sensual da pintura, reunindo um conjunto de elementos: a coroa de flores na cabeça, o contraste entre claro e escuro, a sensualidade do ombro nu etc. A foto de Sherman é uma recriação do quadro de Caravaggio e, portanto, é um tipo de intertextualidade na pintura.
Na publicidade, por exemplo, em um dos anúncios do Bom Bril, o ator se veste e se posiciona como se fosse a Mona Lisa de Leonardo da Vinci e cujo slogan era "Mon Bijou deixa sua roupa uma perfeita obra-prima". Esse enunciado sugere ao leitor que o produto anunciado deixa a roupa bem macia e mais perfumada, ou seja, uma verdadeira obra-prima (se referindo ao quadro de Da Vinci). Nesse caso pode-se dizer que a intertextualidade assume a função de não só persuadir o leitor como também de difundir a cultura, uma vez que se trata de uma relação com a arte (pintura, escultura, literatura etc).
Intertextualidade é a relação entre dois textos caracterizada por um citar o outro.

Índice

[ Tipos de intertextualidade)

Pode-se destacar sete tipos de intertextualidade:
  • Epígrafe - constitui uma escrita introdutória.
  • Citação - é uma transcrição do texto alheio, marcada por aspas.
  • Paráfrase - é a reprodução do texto do outro com a palavra do autor. Ela não se confunde com o plágio, pois o autor deixa claro sua intenção e a fonte.
  • Paródia - é uma forma de apropriação que, em lugar de endossar o modelo retomado, rompe com ele, sutil ou abertamente. Ela perverte o texto anterior, visando a ironia ou a crítica.
  • Pastiche - uma recorrência a um gênero.
  • Tradução - a tradução está no campo da intertextualidade porque implica a recriação de um texto
  • Referência e alusão

[editar] Exemplo

Para ampliar essa discussão, vale trazer um exemplo de intertextualidade na literatura. Às vezes, a superposição de um texto sobre outro pode provocar uma certa atualização ou modernização do primeiro texto. Nota-se isso no livro Mensagem, de Fernando Pessoa, que retoma, por exemplo, com seu poema “O Monstrengo” o episódio do Gigante Adamastor de Os Lusíadas de Camões. Ocorre como que um diálogo entre os dois textos. Em alguns casos, aproxima-se da paródia (canto paralelo), como o poema “Madrigal Melancólico” de Manuel Bandeira, do livro Ritmo Dissoluto, que seguramente serviu de inspiração e assim se refletiu no seguinte poema:

[editar] Assim como bandeira


O que amo em ti
não são esses olhos doces
delicados
nem esse riso de anjo adolescente.

O que amo em ti
não é só essa pele acetinada
sempre pronta para a carícia renovada
nem esse seio róseo e atrevido
a desenhar-se sob o tecido.

O que amo em ti
não é essa pressa louca
de viver cada vão momento
nem a falta de memória para a dor.

O que amo em ti
não é apenas essa voz leve
que me envolve e me consome
nem o que deseja todo homem
flor definida e definitiva
a abrir-se como boca ou ferida
nem mesmo essa juventude assim perdida.

O que amo em ti
enigmática e solidária:
É a Vida!
(Geraldo Chacon, Meu Caderno de Poesia, Flâmula, 2004, p. 37)

[editar] Madrigal melancólico


O que eu adoro em ti
não é a tua beleza.
A beleza, é em nós que ela existe.
A beleza é um conceito.
E a beleza é triste.
Não é triste em si,
mas pelo que há nela de fragilidade e de incerteza.

(...)

O que eu adoro em tua natureza,
não é o profundo instinto maternal
em teu flanco aberto como uma ferida.
nem a tua pureza. Nem a tua impureza.
O que eu adoro em ti – lastima-me e consola-me!
O que eu adoro em ti, é a vida. (Manuel Bandeira, Estrela da Vida Inteira, José Olympio, 1980, p. 83)
A relação intertextual é estabelecida, por exemplo, no texto de Oswald de Andrade, escrito no século XX, "Meus oito anos", quando este cita o poema , do século XIX, de Casimiro de Abreu, de mesmo nome.

[editar] Meus oito anos


Oh! Que saudade que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais

Que amor, que sonhos, que flores

Naquelas tardes fagueiras

À sombra das bananeiras

Debaixo dos laranjais!

(Casimiro de Abreu)

[editar] "Meus oito anos"

Oh! Que saudade que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais

Naquele quintal de terra

Da rua São Antonio

Debaixo da bananeira

Sem nenhum laranjeiras!

AVALIAÇÃO DE LEITURA E INTERPRETAÇÃO

Esta atividade deve ser desenvolvida na primeira semana de outubro - de 3 a 7 de outubro
a orientação é fazer a leitura dos dois textos e responder as perguntas no caderno de português apresentar a atividade desenvolvida até sexta-feira - para sexta-feira também haverá a avaliação do texto MARIANA - DE MACHADO DE ASSIS - BONS ESTUDOS

AVALIAÇÃO  MENSAL DE PORTUGUES 4º BIMESTRE

NONO ANO-------------------------------
Primeira semana de outubro   

Mulher de Fases

Raimundos


Que mulher ruim
Jogou minhas coisas fora
Disse que em sua cama
Eu não deito mais não
A casa é minha
Você que vai embora
Já pra saia da sua mãe
E deixa meu colchão

Ela é pró na arte
De pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta
Que eu nem reparei
Que a Lua diminuía

A doida tá me beijando a horas
Disse que se for sem eu
Não quer viver mais não
Me diz Deus, o que é que eu faço agora?

Se me olhando desse jeito
Ela me tem na mão, meu filho aguenta
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?

Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folhinha
Mulher de fases

Põe fermento, põe as bombas
Qualquer coisa que aumente
A deixe bem maior que o Sol
Pouca gente sabe que na noite
O frio é quente e arde e eu acendi

Até sem luz dá pra te enxergar
O lençol fazendo congo-blue
É pena, eu sei amanhã já vai miar
Se aguente que lá vem chumbo quente


Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folinha
Mulher de fases
Composição: Rodolfo / Digão / Fred / Canisso



A Rosa -Chico Buarque

Arrasa o meu projeto de vida
Querida, estrela do meu caminho
Espinho cravado em minha garganta
Garganta
A santa às vezes troca meu nome
E some

E some nas altas da madrugada
Coitada, trabalha de plantonista
Artista, é doida pela Portela
Ói ela
Ói ela, vestida de verde e rosa

A Rosa garante que é sempre minha
Quietinha, saiu pra comprar cigarro
Que sarro, trouxe umas coisas do Norte
Que sorte
Que sorte, voltou toda sorridente

Demente, inventa cada carícia
Egípcia, me encontra e me vira a cara
Odara, gravou meu nome na blusa
Abusa, me acusa
Revista os bolsos da calça

A falsa limpou a minha carteira
Maneira, pagou a nossa despesa
Beleza, na hora do bom me deixa, se queixa
A gueixa
Que coisa mais amorosa
A Rosa

Ah, Rosa, e o meu projeto de vida?
Bandida, cadê minha estrela guia
Vadia, me esquece na noite escura
Mas jura
Me jura que um dia volta pra casa

Arrasa o meu projeto de vida
Querida, estrela do meu caminho
Espinho cravado em minha garganta
Garganta
A santa às vezes me chama Alberto
Alberto

Decerto sonhou com alguma novela
Penélope, espera por mim bordando
Suando, ficou de cama com febre
Que febre
A lebre, como é que ela é tão fogosa
A Rosa

A Rosa jurou seu amor eterno
Meu terno ficou na tinturaria
Um dia me trouxe uma roupa justa
Me gusta, me gusta
Cismou de dançar um tango

Meu rango sumiu lá da geladeira
Caseira, seu molho é uma maravilha
Que filha, visita a família em Sampa
Às pampa, às pampa
Voltou toda descascada

A fada, acaba com a minha lira
A gira, esgota a minha laringe
Esfinge, devora a minha pessoa
À toa, a boa
Que coisa mais saborosa
A Rosa

Ah, Rosa, e o meu projeto de vida?
Bandida, cadê minha estrela guia?
Vadia, me esquece na noite escura
Mas jura
Me jura que um dia volta pra casa


ESTA É UMA AVALIAÇÃO PARA VOCÊ FAZER NA PRIMEIRA SEMANA DE OUTUBRO- EXCLUSIVAMENTE NO BLOG – aqueles que por quaisquer motivos não fizerem,  justificar até sexta-feira de cada semana.

O QUE VOCÊ IRÁ FAZER?

1-      Interprete as duas canções quanto
a)      O assunto
b)      O nível de linguagem
c)       As figuras de linguagem que aparecem em cada um do texto
d)      A pessoa que fala em ambos os textos
e)      intertextualidade

 como vocês estão  ÁVIDOS para aprender, faça com muita atenção e zelo.
ALDO MATOS - bel em PEDAGOGIA - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO










domingo, 18 de setembro de 2011

leitura obrigatoria

EM SETEMBRO/OUTUBRO TEMPOS 3 LEITURAS OBRIGATÓRIAS
UMA DELAS PARA O DIA 21 DE SETEMBRO - BONS DIAS

A OUTRA NA SEGUNDA SEMANA DE OUTUBRO - O ATENEU
E A TERCEIRA PARA A TERCEIRA SEMANA DE OUTUBRO - A LEITURA VOCÊ PODE ACESSAR O LINK http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000267.pdf  CHAMA-SE MARIANA DE MACHADO DE ASSIS