domingo, 18 de setembro de 2011

leitura obrigatoria

EM SETEMBRO/OUTUBRO TEMPOS 3 LEITURAS OBRIGATÓRIAS
UMA DELAS PARA O DIA 21 DE SETEMBRO - BONS DIAS

A OUTRA NA SEGUNDA SEMANA DE OUTUBRO - O ATENEU
E A TERCEIRA PARA A TERCEIRA SEMANA DE OUTUBRO - A LEITURA VOCÊ PODE ACESSAR O LINK http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000267.pdf  CHAMA-SE MARIANA DE MACHADO DE ASSIS

AVALIAÇÃO DE INTERPRETAÇÃO E REDAÇÃO

Caros alunos, infelizmente, pedi para que este texto fosse impresso o motivo não sei explicar, até a presente data não conseguiram viabilizar, pedem também que um outro fosse impresso, no começo de agosto, até a presente data, tambem não chegou as minhas mãos - por conta deste problema operacional, peço aos alunos que se interessarem fazer a avaliaçao - como será o procedimento - acesse ao blog - copie as resposta correta e apresente na quarta-feira - detalhe, somente na quarta-feira dia 21 de Setembro - grato
Avaliação de Interpretação e Redação
Prof.Aldo Matos – EMEFEM RUI BARBOSA

LEIA OS TEXTOS -
1. O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito
inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjunção.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido na sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski





Considere as seguintes afirmações sobre o poema:
I. O poeta concretiza sua visão não apenas da sintaxe
– tema central do texto –, mas especialmente de seu
ensino, explorando de forma ambígua um imaginário
em que a nomenclatura se apresenta como o motivo de
tortura e, curiosamente, de subversão e criatividade.

II. O humor valorizado nos versos vem da organização
léxico-sintática e explora, ironicamente, o uso de novos
termos e suas possibilidades de uso, o que configura
um empobrecimento vernáculo, com demérito para a
identidade da língua portuguesa.

III. O poema, em lugar de ser um manifesto contra
a sintaxe, pode ser visto como uma homenagem
à língua, à sua riqueza, à possibilidade de dar
movimento a termos cristalizados em situações e
contextos diferentes do da gramática tradicional.

IV. Termos característicos do registro da análise sintática
estão articulados de maneira nova, inesperada e
ambígua, para qualificar o modo de ser e as ações
do professor/personagem, exemplificadas de forma
divertida em expressões como “sujeito inexistente”,
“possessivo como um pronome”, “artigo indefinido”, o
que caracteriza um poderoso recurso de mobilização
do léxico, a partir de novas possibilidades sintáticas.
É CORRETO APENAS o que se afirma em:
a) I e IV.
b) I, III e IV.
c) II e III.
d) II, III e IV.


2. TEXTO 2


Imagine nóis de Megane ou de 1100
Invadindo o baile, num tem pra ninguém
Nosso bonde é aqui que vem
É Euro, Dólar ai nota de cem, nota de cem, nota de cem

MC Boy do Charme


Ao ler este trecho acima pode-se afirmar que:

a)      Trata-se de alguém que não sabe escrever e de pouca cultura
b)      Usa o que aprendemos nas aulas de Português de Linguagem Coloquial e de acordo com a realidade daquela “tribo”
c)      Faltou a criatividade
d)     Nota de cem  há um zeugma
e)      As questões b  e d estão mais coerentes

REDAÇÃO

3. texto 3


 Planejar é preciso. Principalmente quando tratamos de vida pessoal e carreira. Há quem viva a vida como o refrão da música do Zeca Pagodinho: deixa a vida me levar, vida leva eu... Certamente quem vive desta forma não atinge as vitórias da vida que sonhou ou o emprego que desejou. Para alcançar os objetivos na vida e na carreira é preciso disciplina. Há ainda quem acredite que planejamento é uma forma de engessar a vida. Os que crêem nisso têm uma visão errônea do que significa planejamento de vida e carreira. Planejar significa pensar com antecedência os passos que serão dados no futuro. Por isso, quem deseja atingir o sucesso precisa estruturar os passos para chegar lá. (Rogerio Martins. Planejamento de vida e carreira. http://www.administradores.com.br/.)


Leia o trecho acima e escreva em apenas 12 linhas a essência do texto de modo dissertativo-argumentativo, com começo, meio e fim 

sábado, 10 de setembro de 2011

mudança de paradigma

Caros alunos, você pode levar um cavalo à fonte, mas se ele não estiver com sede, não vai beber da agua.
Tire suas proprias conclusões. Como Educador sou incentivador da autonomia e da independencia, meu desejo é que vocês se tornem autonomos e protagonistas de suas proprias historias, está na hora de quebrar os paradigmas, muitos estão indo para o Ensino Médio, é hora de voar, como aguias, voar mais alto.

em outubro - LER DOM CASMURRO

Caros alunos Leitores, em outubro a nossa leitura é unica - DOM CASMURRO, crie neste link, baixe-o e leia-o, esta é uma obra necessaria a todos os estudantes.

http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv00180a.pdf

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Genero Piada

O gênero textual Piada é uma narrativa curta de final geralmente surpreendente e engraçado, com o objetivo de fazer o leitor rir.

PARA ENTENDER PORTUGUES

As questões de Língua Portuguesa contribuem para  alimentar  a angústia que acompanha os pretendentes às vagas. O suspense paira no ar... como será a prova de Português?  Muitos creem que  a falta de domínio da temida gramática normativa (conjunto de regras que organiza as línguas humanas), impedindo até a resolução  de questões específicas de linguagem e a eventual ausência de clareza nos enunciados, sombreando-lhes o objetivo, são as responsáveis pela imagem negativa  que se cria em torno da prova de Língua Portuguesa.
Há certos equívocos nos conceitos de competência lingüística; é consenso da maioria dos falantes que saber Português é conhecer os fatos gramaticais, o  conjunto de regras ideal,à qual damos o nome de língua padrão, ou de norma culta. Muitas vezes nos sentimos inseguros nas situações em que a chamada língua padrão é exigida nas provas escolares, nos concursos públicos, nos discursos oficiais, nas falas em público etc.
Considera-se um entrave aos candidatos a ausência de referências bibliográficas, o que impede conhecer a postura da banca com relação à gramática abordada: gramática contemporânea de Evanildo Bechara, Cunha & Cintra, Rocha Lima;  gramática ortodoxa de Napoleão Mendes de Almeida ou de  outros puristas da língua.
Em se tratando de questões ligadas à área de compreensão e interpretação de texto, a preferência da banca é por  textos dissertativos, versando sobre temas da atualidade e, de preferência, ligados a  assuntos pertinentes ao concurso, predominando a linguagem denotativa sobre a conotativa, ou seja, o sentido real sobre o figurado. Destarte, grande parte das questões refere-se à compreensão de texto e não à interpretação subjetiva , isto é, pretende-se que o candidato compreenda as idéias do autor (o que realmente está escrito) sem corrompê-las.  A compreensão de um texto está ligada ao domínio do vocabulário, da idéia básica. A não identificação das palavras-chaves pode impedir a compreensão do sentido geral do texto. É  necessário considerar as pistas contextuais, para solucionar as questões ligadas ao conhecimento lexical.
Há outro tipo de questão que não avalia apenas as idéias contidas no texto, mas  exige conhecimentos de sintaxe (coordenação, subordinação, concordância, regência), de semântica (significado das palavras) , de lógica (coerência)e de concatenação entre as partes (coesão). O candidato, após a leitura atenta do enunciado , deverá demonstrar, nesse tipo de questão, sua capacidade de perceber: argumentação, seqüência lógica, seqüência sintático-semântica, coerência entre o enunciado e as alternativas propostas. No âmbito da compreensão textual, ainda pode ser solicitada a melhor paráfrase, ou seja, a reafirmação em palavras diferentes da idéia central de um fragmento do texto. Na paráfrase o texto é recontado com palavras próprias, é quase uma tradução; não deve ser confundida com o resumo que condensa as idéias contidas no texto sem conclusões pessoais.
Em relação às questões gramaticais, os registros sistemáticos dos fatos lingüísticos e a estruturação de períodos  podem ser encontrados nos diferentes livros que tratam de lingüística textual e nas gramáticas normativas da Língua Portuguesa. Para melhor entender os estudos gramaticais, a Gramática Normativa, segundo Domingos Paschoal Cegalla,em sua obra Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, divide-se em cinco partes distintas:
Fonética
Que estuda os sons da fala. Considera a palavra sob o aspecto sonoro e trata dos fonemas (como se produzem, classificam e agrupam); da pronúncia correta  das palavras, ou seja, da correta emissão e articulação dos fonemas (ortoepia); da exata acentuação tônica das palavras (prosódia); da figuração gráfica dos fonemas ou a escrita correta das palavras(ortografia).
Morfologia
Que se ocupa das diversas classes de palavras, isoladamente, analisando-lhes a estrutura, a formação, as flexões e as propriedades.
Sintaxe
Que tem como objetivo estudar as palavras associadas na frase. Examina a função das palavras e das orações no período (análise sintática); as relações de dependência das palavras na oração, sob o aspecto da subordinação (sintaxe de regência); as relações de dependência das palavras sob o ângulo da flexão (sintaxe da concordância); a disposição ou ordem das palavras e das orações no período (sintaxe da colocação).
Semântica
Que tem como objetivo o estudo da significação das palavras. Pode ser descritiva ou histórica. A semântica descritiva estuda a significação atual das palavras; a histórica se ocupa com a evolução do sentido das palavras através do tempo. À Gramática Normativa só interessa a semântica descritiva.
Estilística
Que trata, essencialmente, do estilo, ou seja, dos diversos processos expressivos próprios para sugestionar, despertar o sentimento estético e a emoção. Esses processos resumem-se no que chamamos de figuras de linguagem. A estilística visa ao lado estético e emocional da atividade lingüística.
Não menos importante, a pontuação  tem presença obrigatória nos concursos.  Algumas dicas para o emprego da vírgula:   não separar os termos essenciais da oração (sujeito, predicado, complementos) com vírgula. Se houver elemento intercalado, por exemplo o adjunto adverbial, deve-se usar as duas vírgulas ou nenhuma. As orações subordinadas antecipadas (OS + OP) devem vir sempre separadas por vírgula da mesma forma ocorre com as orações reduzidas.
Quando o assunto é estruturação sintática, ficar atento ao paralelismo sintático-semântico , há que se verificar os aspectos ligados à concordância, lembrando sempre que o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito que pode estar anteposto ou posposto a ele. Em se tratando de verbos impessoais, como haver (=existir) e fazer (na indicação de tempo) ,  não se flexionam. Na concordância dos nomes, o adjetivo concorda com o substantivo em gênero e número. São sempre invariáveis: pseudo, alerta, menos, meio (= um pouco), a olhos vistos, haja vista, de modo que, de maneira que. Variam normalmente: mesmo, próprio, obrigado, quite, leso, anexo, incluso, nenhum, bastante(s) (=muitos), só (=sozinhos), meio(=metade).   Se o assunto é regência verbal, há que se perguntar ao verbo que preposição é exigida por ele, por exemplo: quem simpatiza, simpatiza com, Os pronomes relativos vêm acompanhados de preposição dependendo da regência do verbo. A ocorrência da crase está ligada à regência. O acento grave indicativo da crase pode ser identificado na substituição do À por para a(s), pela(s), com a(s), na(s), da(s), ao(s); àquele (a), àquilo (= a este (a), a isto); à que (= aquela que).
Não ocorre crase diante de palavras masculinas, de verbos, de palavras repetidas, de pronomes em geral.,de a(sing) + palavra  no plural.
Para  se ter sucesso na resolução de questões, deve-se ler duas vezes o comando da questão para saber realmente o que se pede. Destacar com caneta-marca-texto as palavras-chave dos enunciados, para não se contradizer . Ficar tranqüilo , confiante concentrado na prova são dados imprescindíveis para a conquista da almejada vaga.

PARA ENTENDER PORTUGUES

As questões de Língua Portuguesa contribuem para  alimentar  a angústia que acompanha os pretendentes às vagas. O suspense paira no ar... como será a prova de Português?  Muitos creem que  a falta de domínio da temida gramática normativa (conjunto de regras que organiza as línguas humanas), impedindo até a resolução  de questões específicas de linguagem e a eventual ausência de clareza nos enunciados, sombreando-lhes o objetivo, são as responsáveis pela imagem negativa  que se cria em torno da prova de Língua Portuguesa.
Há certos equívocos nos conceitos de competência lingüística; é consenso da maioria dos falantes que saber Português é conhecer os fatos gramaticais, o  conjunto de regras ideal,à qual damos o nome de língua padrão, ou de norma culta. Muitas vezes nos sentimos inseguros nas situações em que a chamada língua padrão é exigida nas provas escolares, nos concursos públicos, nos discursos oficiais, nas falas em público etc.
Considera-se um entrave aos candidatos a ausência de referências bibliográficas, o que impede conhecer a postura da banca com relação à gramática abordada: gramática contemporânea de Evanildo Bechara, Cunha & Cintra, Rocha Lima;  gramática ortodoxa de Napoleão Mendes de Almeida ou de  outros puristas da língua.
Em se tratando de questões ligadas à área de compreensão e interpretação de texto, a preferência da banca é por  textos dissertativos, versando sobre temas da atualidade e, de preferência, ligados a  assuntos pertinentes ao concurso, predominando a linguagem denotativa sobre a conotativa, ou seja, o sentido real sobre o figurado. Destarte, grande parte das questões refere-se à compreensão de texto e não à interpretação subjetiva , isto é, pretende-se que o candidato compreenda as idéias do autor (o que realmente está escrito) sem corrompê-las.  A compreensão de um texto está ligada ao domínio do vocabulário, da idéia básica. A não identificação das palavras-chaves pode impedir a compreensão do sentido geral do texto. É  necessário considerar as pistas contextuais, para solucionar as questões ligadas ao conhecimento lexical.
Há outro tipo de questão que não avalia apenas as idéias contidas no texto, mas  exige conhecimentos de sintaxe (coordenação, subordinação, concordância, regência), de semântica (significado das palavras) , de lógica (coerência)e de concatenação entre as partes (coesão). O candidato, após a leitura atenta do enunciado , deverá demonstrar, nesse tipo de questão, sua capacidade de perceber: argumentação, seqüência lógica, seqüência sintático-semântica, coerência entre o enunciado e as alternativas propostas. No âmbito da compreensão textual, ainda pode ser solicitada a melhor paráfrase, ou seja, a reafirmação em palavras diferentes da idéia central de um fragmento do texto. Na paráfrase o texto é recontado com palavras próprias, é quase uma tradução; não deve ser confundida com o resumo que condensa as idéias contidas no texto sem conclusões pessoais.
Em relação às questões gramaticais, os registros sistemáticos dos fatos lingüísticos e a estruturação de períodos  podem ser encontrados nos diferentes livros que tratam de lingüística textual e nas gramáticas normativas da Língua Portuguesa. Para melhor entender os estudos gramaticais, a Gramática Normativa, segundo Domingos Paschoal Cegalla,em sua obra Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, divide-se em cinco partes distintas:
Fonética
Que estuda os sons da fala. Considera a palavra sob o aspecto sonoro e trata dos fonemas (como se produzem, classificam e agrupam); da pronúncia correta  das palavras, ou seja, da correta emissão e articulação dos fonemas (ortoepia); da exata acentuação tônica das palavras (prosódia); da figuração gráfica dos fonemas ou a escrita correta das palavras(ortografia).
Morfologia
Que se ocupa das diversas classes de palavras, isoladamente, analisando-lhes a estrutura, a formação, as flexões e as propriedades.
Sintaxe
Que tem como objetivo estudar as palavras associadas na frase. Examina a função das palavras e das orações no período (análise sintática); as relações de dependência das palavras na oração, sob o aspecto da subordinação (sintaxe de regência); as relações de dependência das palavras sob o ângulo da flexão (sintaxe da concordância); a disposição ou ordem das palavras e das orações no período (sintaxe da colocação).
Semântica
Que tem como objetivo o estudo da significação das palavras. Pode ser descritiva ou histórica. A semântica descritiva estuda a significação atual das palavras; a histórica se ocupa com a evolução do sentido das palavras através do tempo. À Gramática Normativa só interessa a semântica descritiva.
Estilística
Que trata, essencialmente, do estilo, ou seja, dos diversos processos expressivos próprios para sugestionar, despertar o sentimento estético e a emoção. Esses processos resumem-se no que chamamos de figuras de linguagem. A estilística visa ao lado estético e emocional da atividade lingüística.
Não menos importante, a pontuação  tem presença obrigatória nos concursos.  Algumas dicas para o emprego da vírgula:   não separar os termos essenciais da oração (sujeito, predicado, complementos) com vírgula. Se houver elemento intercalado, por exemplo o adjunto adverbial, deve-se usar as duas vírgulas ou nenhuma. As orações subordinadas antecipadas (OS + OP) devem vir sempre separadas por vírgula da mesma forma ocorre com as orações reduzidas.
Quando o assunto é estruturação sintática, ficar atento ao paralelismo sintático-semântico , há que se verificar os aspectos ligados à concordância, lembrando sempre que o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito que pode estar anteposto ou posposto a ele. Em se tratando de verbos impessoais, como haver (=existir) e fazer (na indicação de tempo) ,  não se flexionam. Na concordância dos nomes, o adjetivo concorda com o substantivo em gênero e número. São sempre invariáveis: pseudo, alerta, menos, meio (= um pouco), a olhos vistos, haja vista, de modo que, de maneira que. Variam normalmente: mesmo, próprio, obrigado, quite, leso, anexo, incluso, nenhum, bastante(s) (=muitos), só (=sozinhos), meio(=metade).   Se o assunto é regência verbal, há que se perguntar ao verbo que preposição é exigida por ele, por exemplo: quem simpatiza, simpatiza com, Os pronomes relativos vêm acompanhados de preposição dependendo da regência do verbo. A ocorrência da crase está ligada à regência. O acento grave indicativo da crase pode ser identificado na substituição do À por para a(s), pela(s), com a(s), na(s), da(s), ao(s); àquele (a), àquilo (= a este (a), a isto); à que (= aquela que).
Não ocorre crase diante de palavras masculinas, de verbos, de palavras repetidas, de pronomes em geral.,de a(sing) + palavra  no plural.
Para  se ter sucesso na resolução de questões, deve-se ler duas vezes o comando da questão para saber realmente o que se pede. Destacar com caneta-marca-texto as palavras-chave dos enunciados, para não se contradizer . Ficar tranqüilo , confiante concentrado na prova são dados imprescindíveis para a conquista da almejada vaga.

PARA ENTENDER PORTUGUES

As questões de Língua Portuguesa contribuem para  alimentar  a angústia que acompanha os pretendentes às vagas. O suspense paira no ar... como será a prova de Português?  Muitos creem que  a falta de domínio da temida gramática normativa (conjunto de regras que organiza as línguas humanas), impedindo até a resolução  de questões específicas de linguagem e a eventual ausência de clareza nos enunciados, sombreando-lhes o objetivo, são as responsáveis pela imagem negativa  que se cria em torno da prova de Língua Portuguesa.
Há certos equívocos nos conceitos de competência lingüística; é consenso da maioria dos falantes que saber Português é conhecer os fatos gramaticais, o  conjunto de regras ideal,à qual damos o nome de língua padrão, ou de norma culta. Muitas vezes nos sentimos inseguros nas situações em que a chamada língua padrão é exigida nas provas escolares, nos concursos públicos, nos discursos oficiais, nas falas em público etc.
Considera-se um entrave aos candidatos a ausência de referências bibliográficas, o que impede conhecer a postura da banca com relação à gramática abordada: gramática contemporânea de Evanildo Bechara, Cunha & Cintra, Rocha Lima;  gramática ortodoxa de Napoleão Mendes de Almeida ou de  outros puristas da língua.
Em se tratando de questões ligadas à área de compreensão e interpretação de texto, a preferência da banca é por  textos dissertativos, versando sobre temas da atualidade e, de preferência, ligados a  assuntos pertinentes ao concurso, predominando a linguagem denotativa sobre a conotativa, ou seja, o sentido real sobre o figurado. Destarte, grande parte das questões refere-se à compreensão de texto e não à interpretação subjetiva , isto é, pretende-se que o candidato compreenda as idéias do autor (o que realmente está escrito) sem corrompê-las.  A compreensão de um texto está ligada ao domínio do vocabulário, da idéia básica. A não identificação das palavras-chaves pode impedir a compreensão do sentido geral do texto. É  necessário considerar as pistas contextuais, para solucionar as questões ligadas ao conhecimento lexical.
Há outro tipo de questão que não avalia apenas as idéias contidas no texto, mas  exige conhecimentos de sintaxe (coordenação, subordinação, concordância, regência), de semântica (significado das palavras) , de lógica (coerência)e de concatenação entre as partes (coesão). O candidato, após a leitura atenta do enunciado , deverá demonstrar, nesse tipo de questão, sua capacidade de perceber: argumentação, seqüência lógica, seqüência sintático-semântica, coerência entre o enunciado e as alternativas propostas. No âmbito da compreensão textual, ainda pode ser solicitada a melhor paráfrase, ou seja, a reafirmação em palavras diferentes da idéia central de um fragmento do texto. Na paráfrase o texto é recontado com palavras próprias, é quase uma tradução; não deve ser confundida com o resumo que condensa as idéias contidas no texto sem conclusões pessoais.
Em relação às questões gramaticais, os registros sistemáticos dos fatos lingüísticos e a estruturação de períodos  podem ser encontrados nos diferentes livros que tratam de lingüística textual e nas gramáticas normativas da Língua Portuguesa. Para melhor entender os estudos gramaticais, a Gramática Normativa, segundo Domingos Paschoal Cegalla,em sua obra Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, divide-se em cinco partes distintas:
Fonética
Que estuda os sons da fala. Considera a palavra sob o aspecto sonoro e trata dos fonemas (como se produzem, classificam e agrupam); da pronúncia correta  das palavras, ou seja, da correta emissão e articulação dos fonemas (ortoepia); da exata acentuação tônica das palavras (prosódia); da figuração gráfica dos fonemas ou a escrita correta das palavras(ortografia).
Morfologia
Que se ocupa das diversas classes de palavras, isoladamente, analisando-lhes a estrutura, a formação, as flexões e as propriedades.
Sintaxe
Que tem como objetivo estudar as palavras associadas na frase. Examina a função das palavras e das orações no período (análise sintática); as relações de dependência das palavras na oração, sob o aspecto da subordinação (sintaxe de regência); as relações de dependência das palavras sob o ângulo da flexão (sintaxe da concordância); a disposição ou ordem das palavras e das orações no período (sintaxe da colocação).
Semântica
Que tem como objetivo o estudo da significação das palavras. Pode ser descritiva ou histórica. A semântica descritiva estuda a significação atual das palavras; a histórica se ocupa com a evolução do sentido das palavras através do tempo. À Gramática Normativa só interessa a semântica descritiva.
Estilística
Que trata, essencialmente, do estilo, ou seja, dos diversos processos expressivos próprios para sugestionar, despertar o sentimento estético e a emoção. Esses processos resumem-se no que chamamos de figuras de linguagem. A estilística visa ao lado estético e emocional da atividade lingüística.
Não menos importante, a pontuação  tem presença obrigatória nos concursos.  Algumas dicas para o emprego da vírgula:   não separar os termos essenciais da oração (sujeito, predicado, complementos) com vírgula. Se houver elemento intercalado, por exemplo o adjunto adverbial, deve-se usar as duas vírgulas ou nenhuma. As orações subordinadas antecipadas (OS + OP) devem vir sempre separadas por vírgula da mesma forma ocorre com as orações reduzidas.
Quando o assunto é estruturação sintática, ficar atento ao paralelismo sintático-semântico , há que se verificar os aspectos ligados à concordância, lembrando sempre que o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito que pode estar anteposto ou posposto a ele. Em se tratando de verbos impessoais, como haver (=existir) e fazer (na indicação de tempo) ,  não se flexionam. Na concordância dos nomes, o adjetivo concorda com o substantivo em gênero e número. São sempre invariáveis: pseudo, alerta, menos, meio (= um pouco), a olhos vistos, haja vista, de modo que, de maneira que. Variam normalmente: mesmo, próprio, obrigado, quite, leso, anexo, incluso, nenhum, bastante(s) (=muitos), só (=sozinhos), meio(=metade).   Se o assunto é regência verbal, há que se perguntar ao verbo que preposição é exigida por ele, por exemplo: quem simpatiza, simpatiza com, Os pronomes relativos vêm acompanhados de preposição dependendo da regência do verbo. A ocorrência da crase está ligada à regência. O acento grave indicativo da crase pode ser identificado na substituição do À por para a(s), pela(s), com a(s), na(s), da(s), ao(s); àquele (a), àquilo (= a este (a), a isto); à que (= aquela que).
Não ocorre crase diante de palavras masculinas, de verbos, de palavras repetidas, de pronomes em geral.,de a(sing) + palavra  no plural.
Para  se ter sucesso na resolução de questões, deve-se ler duas vezes o comando da questão para saber realmente o que se pede. Destacar com caneta-marca-texto as palavras-chave dos enunciados, para não se contradizer . Ficar tranqüilo , confiante concentrado na prova são dados imprescindíveis para a conquista da almejada vaga.